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O Artista Eduardo Marinho falando para a Rádio Campeche

A Rádio Comunitária do Campeche (um lugar lindo em Santa Catarina) faz um trabalho libertador e questionador em um dos estados mais preconceituosos do Brasil. A emissora posiciona-se a favor dos desfavorecidos e bate contra o império da RBS. E em uma das suas entrevistas, achou uma pérola: O artista Eduardo Marinho. Nessa entrevista ele dá uma aula magna sobre o ser humano. Confere aí a entrevista e depois tem uma amostra do ‘trampo’ dele.

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Não é pelos vinte centavos – segundo vídeo da Iconoclastia Incendiária

Pois bem, pessoal, este é o meu segundo vídeo como vlogueiro. O meu primeiro vídeo oficial é a minha entrevista no canal Ateu Entrevista. Pelo menos eu considero.

Neste eu falo sobre os vinte centavos de aumento nas passagens dos ônibus. O movimento começou em Porto Alegre e eu sou de Porto Alegre, então resolvi contar o que eu sabia, sem script nem edição.

E sem revestimento acústico, sem ar condicionado, sem camisa, sem nada. O que vale é o conteúdo.

Filme muito chocante de Hitchcock sobre o holocausto esperou 70 anos para ser lançado

“Memória dos Campos” é conhecido como o documentário nunca visto de Alfred Hitchcock sobre o Holocausto.  A película, realizada em 1945 para mostrar aos alemães as atrocidades nazis e vetada pelos aliados devido à brutalidade das suas imagens, está finalmente pronta para ser mostrada ao público. 

Em 1945, Alfred Hitchcock ficou em choque. O “mestre do suspense” ficou tão horrorizado ao ver as imagens da chegada das tropas aliadas aos campos de concentração, no fim da Segunda Guerra Mundial, que ficou uma semana sem conseguir voltar aos estúdios. Em seguida, empenhou-se na produção do filme, que editaria as imagens chocantes para mostrar aos alemães a dimensão dos horrores do Holocausto.

No entanto, as autoridades britânicas consideraram o filme tão forte que não permitiram o seu lançamento oficial. Numa época em que as potências vencedoras estavam interessadas em reconstruir a Alemanha, uma obra que  apontasse o dedo e atribuisse responsabilidades à população alemã em geral, de forma tão poderosa, não seria a melhor solução.

O jornal Independent conta que as bobines de ”Memória dos Campos“, como se chamou a obra, ficaram durante anos armazenadas no Museu Imperial da Guerra. Em 1984, uma versão incompleta foi projectada no Festival de Cinema de Berlim. No ano seguinte, foi transmitida nos EUA, pela cadeia de televisão PBS, uma versão de baixa qualidade.

Foi apenas para os 70 anos da libertação da Europa do poder nazi, que se completam em 2015, que o museu decidiu restaurar o filme de forma a mostrá-lo, oficialmente, ao mundo.

Afinal, que filme é este?

São imagens da chegada das tropas aliadas aos campos de concentração, sendo recebidos pelos sobreviventes e, em seguida, recuperando os debilitados e encontrando os corpos dos que morreram por doença ou extermínios em massa.

Filmadas por soldados britânicos e soviéticos, as imagens revelam campos de concentração como AuschwitzBergen-Belsen (cerca de metade do filme), Buchenwald e Dachau.

auschwitz-birkenau

Toby Haggith, curador principal do Museu Imperial de Guerra, descreve ao Independent que um dos comentários mais comuns entre os que viram as primeiras versões do filme era que o filme “era terrível e brilhante, ao mesmo tempo”.

A ser transmitido na televisão britânica em 2015, as projeções do filme serão acompanhadas de um outro documentário, “The Night Will Fall“, de André Singer.

Veja aqui a versão incompleta do filme (contém imagens fortes):


Texto de Aline Flor, para o ZAP