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Sobre o Veganismo Religioso

Está começando agora uma grande jornada, uma reportagem de dois dias de intensa pesquisa sobre o Veganismo, um modo de vida que surgiu em 1944 como forma de combater o especismo e para defender 0s direitos animais.

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O ser humano é biologicamente onívoro, comemos de tudo, incluindo carnes.  Mas a quantidade de carnes que devemos comer é bem menor que a quantidade de grãos, veja na pirâmide alimentar das necessidades humanas:
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As carnes podem ser substituídas por outros alimentos, porém essa substituição deve ser feita com cautela e dedicação, caso contrário podemos viver com carência de vitaminas (B12 e D) e Ferro, Cálcio, Iodo, zinco, riboflavina e ácidos graxos (Ômega 3). Uma pessoa com dieta baseada na pirâmide alimentar não precisa se preocupar tanto com essa carência.

 

Mas não é isso que tem ocorrido.

 

O consumo de carne passa dos limites, isso poder diminuir a vida do carnista em até 20% em caso de abuso no consumo de gorduras animais. Mas que se foda o carnista, o problema não é ele.

Capa do relatório do Imazon mostra a devastação ocorrida em 20 anos na Floresta Nacional do Bom Futuro, em Rondônia. A reserva é uma das mais devastadas da Amazônia.
Capa do relatório do Imazon mostra a devastação ocorrida em 20 anos na Floresta Nacional do Bom Futuro, em Rondônia. A reserva é uma das mais devastadas da Amazônia.

A devastação das  florestas tem duas razões, uma delas é a madeira, mas a principal é a obtenção de mais pastagens. A pecuária é um negócio lucrativo e a ambição cega dos ruralistas está matando a diversidade da maior floresta do mundo.  O consumo exagerado de carne está levando o planeta a sua destruição mais rapidamente.

Outro fator não menos importante é o sofrimento animal. O esquema industrial de confinamento leva os animais de cativeiro a um modo de vida sofrível. Por isso existem os carnistas “Free Range” ou “carnistas orgânicos”, que comem apenas animais que vivem soltos, livres de cativeiro.

Aliás, um animal que morre com sofrimento fica com a carne mais dura e ácida, por causa da adrenalina que ele despeja em sua corrente sanguínea. Em tempos de concorrência, quanto menos sofrimento um animal tiver na hora da morte, melhor para a carne que será consumida.

Daí surgem panaceias milagrosas, como é este trecho retirado do site veganismo:

Com certeza o veganismo é a maneira mais maravilhosa para contribuir várias vezes ao dia (para) tornar o mundo um lugar melhor.

Essas panaceias começam a dar bugs quando examinadas com uma lupa. Mais precisamente, um microscópio: Temos que olhar no fundo das células mitocondriais. Lá existe uma coisa chamada Ciclo De Krebbs, um ciclo químico indispensável para a respiração das células e a nossa própria vida. Entre os ingredientes que necessitamos para o ciclo ocorrer estão muitas proteínas. Nós produzimos algumas, outras vem dos vegetais e outras de fontes animais.

Podemos retirar todas as proteínas de fontes vegetais? Sim, mas para isso o próprio site Syntonia Alternativa recomenda a ingestão de suplementos, afim de suprir não só proteínas, como também cálcio. Isso ocorre porque são proteínas que as fontes animais disponibilizam. Alguns poucos vegetais também disponibilizam, mas em quantidades pequenas. Ora, se até mesmo os veganos recomendam a ingestão de remédios afim de manter o equilíbrio de uma vida sem proteínas animais, isso é sinal que viver sem essas proteínas não é um processo normal. Como viveríamos ao natural, sem indústria farmacêutica sendo veganos?

Comer carne é um processo natural? Fiz esta pergunta orando a Deus no Google e veio a resposta em um site chamado Tudo para Vegetarianos:

Não foi senão depois do dilúvio, quando tudo quanto era verde na Terra havia sido destruído, que o homem recebeu permissão para comer carne.

Eu sei, esta resposta é bem satisfatória, eu sei, até me sinto culpado de continuar esta investigação, mas vou continuar mesmo assim, arriscando tomar um raio na cabeça pela blasfêmia.

A espécie Homo já comia carne antes mesmo do ser humano aparecer na terra. Há 3.2 milhões de anos viveu na Etiópia a Lucy. Este não é o nome dela, mas foi o nome que deram ao seu fóssil, porque os palentólogos estavam ouvindo repetidas vezes a canção Lucy in the Sky with Diamonds, dos Beatles. E o fóssil é mesmo um diamante, um dos mais bem preservados da história da paleontologia. Olha uma representação da Lucy aí:

Ela era do tipo Australopithecus Afarensis
Ela era do tipo Australopithecus Afarensis

A Lucy já manipulava ferramentas de pedra. Ela gostava de comer o tutano dos ossos das presas, porque tinham alto valor nutricional. E pasmem: Esse tipo de dieta pode  ter tornado possível a expansão do cérebro que ocorreu posteriormente.

OK, comer carne não só é natural ao ser humano, mas também é natural em hominídeos que depois vão se tornar humanos. Mas será que isso invalida a causa vegana?

Não. Apesar desse conhecimento abalar a explicação sobre o que “seja natural”, o ser humano moderno e civilizado pode decidir sobre o que vai ou não consumir. E voltamos à questão da natureza sendo destruída.

E fatalmente acabamos falando sobre política.
O fotógrafo Peter Menzel junto com sua esposa e escritora Faith D’Aluisio visitaram 30 famílias em 24 países e a partir daí escreveram um livro chamado ‘Hungry Planet: What The World Eats‘ (Planeta Faminto: O que o mundo come) ‘ Aqui só vamos mostrar duas famílias.

Família Aboubakar: Gastam U$1,23 por semana. Uma semana deles não paga o seu halls
Família Aboubakar: Gastam U$1,23 por semana. Uma semana deles não paga o seu halls

O livro só veio para mostrar o que todo mundo já sabia: O maior problema da humanidade é a desigualdade social. Esse punhado de grãos aí na foto sugam quase nada da mãe natureza. Se todas as famílias comesses o mesmo, a população na terra poderia mais que quintuplicar e ainda assim haveria comida para todos. Apesar dos Aboubakar morarem em um campo de refugiados, não aparentam estarem desnutridos. Esses aí não são veganos ou vegetarianos, eles nem tem esse tipo de preocupação. Apenas comem pouquíssima carne, uma vez por mês. Tá bom pra eles.

E essa é a família Melander de Bargteheide. Eles gastam na semana U$ 500,07 dólares
E essa é a família Melander de Bargteheide. Eles gastam na semana U$ 500,07 dólares

Já os Bargteheide gastam 500,07 dólares, então a gente vai usar a calculadora aqui:

Uma família Bargteheide com 4 membros gasta o mesmo que QUATROCENTOS E SETE famílias Aboubakar, que tem seis membros. Será que incluímos o impacto ambiental das embalagens e garrafas dos alemães? Nem precisa, né? Covardia.

O problema do mundo não é o consumo de carne, mas sim o excesso de consumo. Não só de carne, como de tudo, em geral. Hoje em dia você vai a um supermercado e um melão, ora que coisa orgânica, um melão, está cercado por uma grade de espuma para que não se bata, não fique com manchas. Um molho de rúcula vem em um saco plástico. As maçãs são acondicionadas em caixas de papelão azul com um papel por cima e depois são embaladas por uma sacola plástica, que é identificada por um adesivo de papel, plástico tinta e cola. E depois de passar pelo caixa recebe ainda outra sacola. Se ninguém ensacolar com a segunda sacola, o comprador ainda reclama: “Como assim, quer que eu leve na mão?

O consumo exagerado de carnes destrói o planeta, então a solução está na gente mesmo. E aí, vai falar mal de veganos e vegetarianos?

Consumo

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Agora vem o último argumento, este irrefutável: O sofrimento animal.

Nenhum animal morre sem sofrimento. O sofrimento é a chave da vida: sofremos ao nascer e ao morrer.

E agora diferenciamos os veganos dos vegetarianos. Veganos afirmam que não basta parar de ingerir carne, é preciso parar de usar produtos com origem animal, somente dessa forma diminuiremos o sofrimento dos animais.

Esta ideia não leva em consideração que os subprodutos da pecuária são utilizados para o aproveitamento integral do gado abatido para o consumo da carne. É por isso mesmo que se chama subproduto. Ou Derivado. Recebem esses nomes porque são aproveitamentos de uma matéria prima que iria para o lixo caso não houvesse interesse na carne propriamente dita. Se as pessoas parassem de comer carne, seria muito caro criar gado apenas para aproveitar as partes que não são usadas como alimento. Novamente o veganismo se torna desnecessário até mesmo para a causa vegana.

Onde estão os subprodutos de animais?
Por toda a parte. Se alguém pretende não usar derivados de animais, não basta apenas não usar couro. Não pode usar quase nada que seja colorido com tintas, não pode andar de carro ou bicicleta… Nos pneus das bicicletas a gente encontra o ácidoesteárico, que ajuda a conservar sua forma sob o atrito. Tas tintas e adesivos também.
Não pode usar pasta de dente por causa da glicerina, nem podem beber vinhos ou cervejas, que utilizam bexiga de peixe na clarificação.

Alguns veganos inclusive deixam de ir no cinema!

Até que ponto alguém pode recusar receber subprodutos animais? Até a morte. Existem remédios e o próprio soro antiofídico (contra picadas de cobras) usa os animais.

O caso do soro antiofídico
Ao longo da evolução, os cavalos acabaram desenvolvendo um remédio natural contra as mordidas de cobras venenosas. É uma imunoglobina (uma defesa contra proteínas estranhas) chamada gamaglobulina. Alguns cavalos podem produzir o suficiente para não perder sua perna, mas o ser humano não. E mesmo com toda a tecnologia, ainda não é possível sintetizar a gamaglobulina.
Então para obter o soro antiofídico, é necessário injetar o veneno da cobra em um cavalo de sacrifício. Este cavalo vai produzir a imunoglobina, que depois será retirada do seu sangue e após isso, o sangue é transformado em soro antiofídico. O cavalo recebe este nome porque vai sofrer (e muito) ao longo de sua vida, para que outros seres consigam sobreviver. E não pode ficar alternando, é importante que seja o mesmo cavalo, pois uma vez infectado com o veneno, ele passa a produzir mais imunoglobina.

O cavalo de sacrifífio

E aí, vegano, o que você pensa sobre deixar um animal sofrendo de envenenamentos constantes durante toda a sua vida? Acha ruim? Pois todos nós achamos, carnistas, vegetarianos ou veganos achamos ruim. Mas o que pode ser feito como alternativa? Podemos deixar a vítima morrer? Essa é uma alternativa fiel ao veganismo. Agora pense assim: Um cavalo se sacrifício não salva a vida de uma só pessoa. Ele pode salvar a vida de dezenas ou centenas de pessoas e não só pessoas, como também outros animais.

Um cavalo pode salvar a vida de dezenas de outros cavalos que ainda não tem a imunidade desenvolvida.

Então, se não usarmos o cavalo de sacrifício, poderemos expor ao sacrifício ou à amputação de muitos outros cavalos. Não é uma atitude egoísta e que propaga mais sofrimento ainda?

Com certeza é.

Mas OK, vamos imaginar que a humanidade se torna vegana hoje mesma.
A humanidade não apenas domesticou os animais ao longo de sua jornada,, ela também modificou plantas e animais. O cachorro é um bicho que aparece na cóclea a parte branca do olho, foi uma adaptação que o cachorro encontrou para se comunicar mais com os seres humanos, que reconhecem mais expressões no olhar dos caninos. Outros animais mal se avista a parte branca do olho.

A espiga de milho, que na natureza selvagem era pequena e dura, tornou-se gigante. As ervilhas, que eram de casca dura, eram de vagens que explodiam ao toque, espalhando as sementes. Pararam de explodir a vagem afim de servir ao ser humano, antes mesmo de Mendel descobrir a genética. Aliás, muitos anos antes de qualquer civilização grande existir, o que dá a entender aos estudiosos que foi o milho que se moldou ao homem e não o contrário.

A evolução do milho: Servir ao homem
A evolução do milho: Servir ao homem

As vacas também, se tornaram-se mansas e dóceis ao longo dos tempos. Assim também são as flores, que se tornam atraentes e disponibilizam alimento a insetos e beija-flores, mas com isso ganham em auxílio na reprodução.

Por que as espécies se tornaram amigas ao ser humano?

Para responder essa questão vamos analisar as zebras e os cavalos. Enquanto as zebras não aceitaram a presença de humanos por perto, os cavalos aceitaram. Uma zebra, por maiores as tentativas que foram feitas, são intolerantes a nossa presença e mordem.
E o que aconteceu às zebras e cavalos? As zebras estão em extinção e os cavalos multiplicaram suas raças e estão bem longe da extinção. O mesmo aconteceu com o milho: o milho que não derivou para o tamanho comestível hoje é difícil de ser encontrado.

Temos que diferenciar o indivíduo da espécie. A espécie quer a sobrevivência genética, mesmo que isso custe o sofrimento dos indivíduos. O indivíduo luta pela sua sobrevivência individual e a espécie luta pela sobrevivência da sua linhagem genética. Alguns instintos das espécies são tão fortes que chegam a manipular as ações do indivíduo, como ocorre com os Gnus. Os mais velhos que não conseguem correr dos leões oferecem o seu pescoço, afim de salvar o resto do bando. As lagartixas largam um pedaço do rabo, ‘de brinde’ para a presa, para que está não coma o bicho todo.

Alguns animais se adaptaram tanto que não tem a menor chance de viver sem a outra espécie que a toma de cativa. Canários belgas, por exemplo. Liberte ele da sua gaiola e em alguns dias estará morto. Muitas espécies de animais, isso inclui a vaca, não tem defesas prontas para se defenderem sozinhas. Alguns foram modificados pelo homem, outros se modificaram sozinhos, mas a união entre ambos resultou em uma combinação boa para as espécies, embora não seja boa para os indivíduos. Em biologia isso se chamam “relações”.

Para mais informações sobre a modificação das espécies, leiam o excelente livro “Germes, Armas e Aço” de Jared Diamond que conta toda a epopéia humana desde a sua origem. O livro busca responder por que alguns continentes hoje se veem ricos e outros estão a míngua. O livro ganhou os prêmios Pulitzer e Aventis de melhor livro científico. Recomendo litros.

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Mas nem todos os veganos são radicais em suas posições. O que é inevitável é inevitável, não adianta fazer nada. Os mais racionais entendem que aqui estamos discutindo sobre uma forma estranha de veganismo, que é o vegano religioso, dogmático. A posição pessoal de evitar o consumo de alimentos que causam sofrimento é nobre e contagiante. A pauta desta matéria não começa no começo do veganismo, mas começa quando o vegan se torna sectário e irracional. Então, por favor, não confundam. Tenho que dizer isso agora e novamente porque a matéria vai começar a atingir um grupo específico de veganos e temos que ter o cuidado de não generalizar para todos os veganos. E os vegetarianos estão completamente fora deste debate.

OK?

Vamos ver agora os veganos religiosos falaciando

veganos falaciando

A imagem acima começa com uma imagem de vaquinhas felizes e a inscrição: “como os consumidores acham que é”.
Apresente um consumidor que acha que as vaquinhas vivem felizes e eu apresentarei uma criança. FALÁCIA.

Logo depois, olhem só o que a gente vê: Uma vaca de ALEITAMENTO, não de corte, sendo içada por ganchos de metal que espetam ela afim de apanhar a vaca. Esse delírio febril do vegano que fez essa imagem é tão ridículo quanto fora da realidade. Bem sabemos que as condições são péssimas, mas esta forma, além de não ser nada prática (inclusive para o ruralista) é uma forma atrapalhada de pegar uma vaca, um animal que anda e corre sendo tocado. Não é assim que funciona um tambo e nunca foi. Esse tipo de sensacionalismo extremo é vindo de um pensamento religioso que renega a realidade com todas as forças.

Imagem de um tambo estabulado padrão
Imagem de um tambo estabulado padrão. E mesmo assim, elas não ficam aí presas.

Mas existem as condições mais precárias? Claro que existem!

As condições mais precárias devem ser punidas com lei. Mas o vegano religioso toma o pior exemplo como se fosse a regra, isso é uma mentira descabida.

Aliás, mentiras parecem ser as melhores armas dos veganos religiosos. O site do Go vegan está forrado delas.

É tanta mentira que não caberia nesta postagem. Para isso eu deixo aqui o link do Ceticismo Aberto, numa reportagem cheia que eles fizeram cheia de referências científicas COMPROVANDO que o site Go Vegan mente escandalosamente. Uma das mentiras é que o estômago humano tem PH de 4 a 5, o que é uma mentira suja, feita para enganar aquelas pessoas que não questionam a base da informação.

É uma pena que a raiva contra a enganação fez com que a matéria do Ceticismo contra a mentira tenha tornado a matéria discursivamente agressiva. O interessante é educar as pessoas e não usar a verdade contra os veganos, generalizando-os. Isso só aumenta o abismo entre os veganos e os fatos reais, científicos.

Mais mentiras veganas. E essas são mentiras atômicas! 
(essa reportagem vai ficar longa, espero que vocês não se cansem, mas acho importante que assistam)

 

Esta matéria é feita também para os veganos, não é uma matéria contra eles. Gostaria que os veganos aqui presentes continuem sendo veganos, a causa é justa e nobre. Quanto menos gente consumir derivados de animais, melhor será para o planeta, muito embora o problema principal nem seja o consumo de carne, mas o consumo exagerado de carne.

Por que as pessoas tem que ser oito ou oitenta? Comer carne de vez em quando faz bem para a saúde, o que faz mal é muita gordura animal. E não dá pra comparar usar um casaco de lâ enquanto come um peixe com comer linguiça enquanto assiste um rodeio.

Mas vou tentar responder essa pergunta: Por que as pessoas são oito ou oitenta? Especificamente o caso do vegano religioso.

Bem, o mundo está lotado de produtos derivados de animais. O vegano precisa pesquisar em uma lista o que pode ou o que não pode comer, consumir, até assistir.
O veganismo religioso ocupa não só boa parte das horas, como também ocupa as ideias. Vegan exige extrema dedicação e fé.  Assim como em uma religião, existe uma espécie de “batismo” (quando se torna vegan), rituais (na pesquisa e fiscalização do mundo que o cerca), um grupo fechado que se diz aberto (seus pares).

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A filosofia vegana pode se tornar uma força que ajuda o planeta se o seu discurso deixar de fora mentiras e sectarismos. Caso contrário, se permanecer insistindo em ser uma seita de lunáticos, vai continuar para sempre como está: Em descrédito total, inclusive por vegetarianos, que são o seu público mais próximo. Ao distanciarem-se dos fatos científicos e tendendo a ser baseada unicamente por mitos completamente absurdos, o veganismo não só se transforma numa bolha, como também transmite tremendo mal estar aos veganos racinais, que acabam se isolando de seus pares apenas por desejar ser lúcido.

Quem ganha com o discurso dogmático da maioria dos veganos? Os carnistas.  Infelizmente.