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O Óleo de Chia

Você, irmão, irmã,  que educou sua filha com os costumes de Deus, sabe que pode ter tranquilidade e confiança no futuro.

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Provérbios 22:6 diz: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.”

 

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O ERRO que é a “Iconoclastia” (ou só o termo)

O erro da Iconoclastia

 

Sabiam que existe oposição à Iconoclastia?

Chama-se Iconofilia, Iconodulia, idolatria, ou até fanatismo. É difícil explicar porque as definições atuais ainda se referem a causas religiosas, então este assunto não é muito bem explorado na atualidade, mas nós vamos detalhar aqui  🙂

Nem mesmo a iconoclastia moderna tem uma definição. Usamos ainda a definição religiosa que os iconoclastas são contra as adorações cegas.

Mas a verdade é que o termo tem mais confusão do que definição e eu vou tentar explicar o por quê.

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Quando surgiu, a Iconoclastia era contra a idolatria dentro do Império Bizantino, lá pelo século IX. O tempo passou e no começo do século XX, nos Estados Unidos, começaram a usar essa expressão para definir os jornalistas que ficavam quebrando o barato dos mitos, superstições e atacando as ignorâncias de algumas ideologias e religiões. Entre esses nomes o mais importante iconoclasta do mundo, Henry Louis Mencken. Mencken é sensacional, se alguém ter coragem de ler O livro dos Insultos vai ver que ele tem a língua mais afiada do mundo, mesmo! Um cara que humilhava todo mundo ao mais extremo. E também era imbatível, porque era muito inteligente e argumentava bem em prol da sua detonação.

Mas um pouco antes disso tinha nascido uma ciência chamada Semiótica. Esse termo foi inventado por Charles Locke (sim, aquele escritor famosão que ninguém nunca leu nada dele, que pena). Depois vieram o Charles Peirce e o Saussure.

Bem, esses caras deram OUTRO conceito de Ícone, que não tem NADA a ver com o conceito que a Iconoclastia já estava usando.

Pra semiótica, ícone é alguma coisa que representa outra sem precisar que o espectador precise de muito conhecimento. Como uma foto. Uma foto ou um desenho são ícones.

Símbolo é quando a gente APRENDE que uma coisa representa outra, e as pessoas todas sabem mais ou menos disso.

Cara, isso é uma baita confusão! Quando a gente diz que o Maluf é ícone de corrupto, ou que o Sílvio Santos é um ícone, estamos todos ERRADOS. Eles são SÍMBOLOS não Ícones.

A mesma coisa acontece com a iconoclastia, que usa um termo com conceituação diferente da semiótica.

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Até aqui tudo bem? Tem que estar, porque agora piora.

Se a semiótica falasse no idioma deles lá, dos estudantes de teoria da comunicação, beleza. Mas o problema é que esses filhos dumas putas dos semióticos conseguiram entender TUDO de como se manipula uma informação, de como a mentira usa argumentos bonitinhos, enfim.

A Iconoclastia, que no século IX era apenas contra a idolatria religiosa, ampliou seu espectro de atuação depois.

Isso aconteceu porque antigamente quem ficava de manipulação do povo eram principalmente as religiões. Mas depois que o capitalismo surgiu e as monarquias começaram a dar lugar a outros tipos de politicagens, todo mundo começou a usar as ferramentas de manipulação que eram da IGREJA (principalmente).

Estão captando? Tem agora a iconoclastia se ampliando e a semiótica também. A iconoclastia se servindo gulosamente dos conhecimentos da semiótica.

E então vem a semiótica e diz que o que a iconoclastia combate não são os ícones e sim os símbolos.

Tá, mas agora já fudeu pros iconoclastas. O termo vem sendo usado desde a porra do século IX, os caras usavam sanguessuga no TOP da medicina, vai querer também que eles falem direito?

O fato é que o termo está ERRADO. O correto seria Simboloclastia, um nome tão ou mais feio que Iconoclastia.

Por conta disso, a Iconoclastia ficou durante anos à deriva. Ela tá toda errada de conceitos, ela não existe, é uma invenção de algum filho duma puta que nomeou assim os jornalistas escandalosos americanos. Depois aqui chamaram assim o Paulo Francis e o capachão do Arnaldo Jabor.

Se alguém quiser estudar iconoclastia tem dois caminhos: Ou análise de discurso em psicologia, ou Semiótica na teoria da comunicação.

Se o blog da Iconoclastia Incendiária fosse gente, já poderia se matar com um tiro na cabeça: ele é um filho bastardo, traído pelos pais, abandonado, tendo que sucumbir aos padrastos e ainda lhes dar razão. Essa “pessoa” nunca será ninguém ( nunca será uma ciência) e só existe por causa de um apelido errado dado por um ianque ignorante.

Os méritos desse erro são desses franceses da semiótica, do Freud, do Mencken e do Noam Chomsky.

Mas aos que ficarem, somos o único blog sobre iconoclastia no Brasil e prometemos continuar com essa “coisa”, mesmo que tenha nascido defeituosa desde o século IX